É conversando que a gente se entende

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Matéria Prima Saúde e Educação através do projeto Escola de Pais, promove a palestra com a psicóloga

Daniela Heintz Ramos

É CONVERSANDO QUE A GENTE SE ENTENDE

  • O papel da comunicação na relação entre pais e filhos
  • Como se comunicar de forma eficaz com seu filho,seja ele criança ou adolescente.

Dia 17/06/2013 às 19:30hs

Faça sua inscrição pelo tel: (11) 5572-7409 ou pelo e-mail: matprima@hotmail.com

Investimento:

R$30,00 por pessoa

R$50,oo o casal

MATÉRIA PRIMA SAÚDE E EDUCAÇÃO

Rua Bartolomeu de Gusmão, 404 Vila Mariana- SP

E conversando que a gente se entende

Projeto Escola de Pais

Dando início ao Ciclo de Palestras sobre Dificuldades de Aprendizagem, teremos no dia 20/08 o primeiro encontro. Nosso primeiro tema é “Ansiedade dos pais frente as dificuldades de aprendizagem dos filhos”e será ministrado pela psicóloga e psicopedagoga Maristela Forli.

PÚBLICO ALVO:  Pais de Alunos das séries Pré escolares,  Ensino Fundamental e Ensino Médio

 

J A atual sociedade conturbada e todos os meios de comunicação tornam ainda mais difícil a tarefa dos pais na educação dos filhos. A ansiedade, o medo de errar, a transferência  e inversão de papéis, contribuem para que os pais sintam-se perdidos com a cobrança de uma boa educação imposta por todos.

Diante da dificuldade dos pais em lidar com vários tipos de atitudes, comportamentos e situações apresentadas durante o processo de aprendizagem escolar de seus filhos, a possibilidade de grupos de reflexão toma forma e gera a possibilidade de um trabalho contínuo. A proposta se refere ao desenvolvimento de temas cuja intenção é facilitar a compreensão das possíveis dificuldades vivenciadas  e trabalhar pontos de reflexão gerados pelas preocupações e dúvidas.

 

 

DATAS E HORÁRIOS

 

Aos sábados

Datas programadas:

20 de Agosto: Ansiedade dos Pais frente às dificuldades de aprendizagem de seus filhos

17 de Setembro: Família Potencializadora

08 de Outubro: Brincar é Coisa Séria

19 de Novembro: Pais geradores de Limites

 

 

 

 

1º Tema

Ansiedade dos Pais frente às dificuldades de aprendizagem de seus filhos

 

Diante das dificuldades encontradas por muitos pais em lidar com vários tipos de atitudes, comportamentos e situações apresentadas durante o processo de aprendizagem escolar de seus filhos, surgiu a idéia de criar um ciclo de palestras focalizando o tema “Dificuldades de aprendizagem”

A proposta busca:

Facilitar a compreensão das dificuldades enfrentadas

Trabalhar pontos de reflexão gerados pelas preocupações e dúvidas.

Fornecer informações

Proporcionar uma compreensão maior da criança e seu desenvolvimento

Orientar  sobre a necessidade de estimulações adequadas

Trazer  possibilidades de uma visão mais ampla das potencialidades e limites de cada criança

Criar estratégias para evitar o stress entre pais e filhos

 

 

Investimento R$40,00 por encontro ou R$140,00 para os quatro encontros

Iscrições por e-mail: matprima@hotmail.com ou telefone (11) 5572-7409

Vagas limitadas

 

Um gigante chamado Procusto

 

Na mitologia grega, um gigante chamado Procusto convidava pessoas para passarem a noite em sua cama de ferro. Mas havia uma armadilha nesta hospitalidade: ele insistia que os visitantes coubessem, com perfeição, na cama. Se eram muito baixos, ele os esticava; se eram altos, cortava suas pernas.

Por mais artificial que isto possa parecer, será que não gastamos um bocado de energia emocional tentando alterar ou “enquadrar” outras pessoas de formas diversas, embora menos drásticas?

Esperamos, com freqüência, que os outros vivam segundo nossos padrões e ideais, ajustando-se aos nossos conceitos de como eles deveriam ser. Ou então, assumimos a responsabilidade de torná-los felizes, bem ajustados e emocionalmente saudáveis.

A verdade é que grande parte dos atritos que existem nos relacionamentos acontecem quando tentamos impor nossa vontade aos outros – quando tentamos administrá-los e controlá-los.

De tempos em tempos, em graus variados, assumimos responsabilidades que não nos pertencem. Tentamos dirigir a vida das outras pessoas, com a intenção de influenciar tudo, desde a dieta até a escolha de roupas, decisões financeiras e profissionais. Tomamos partido e ficamos excessivamente envolvidos, até encontramos ou criamos problemas onde não existem para poder criticar e oferecer conselhos.

É preciso entender que ninguém muda até que deseje fazê-lo, esteja disposto a mudar e pronto, para tomar as atitudes necessárias para efetuar a mudança. E por este motivo que o resultado de nosso “procustianismo” é, contudo, sempre o mesmo. Estamos destinados a fracassar em nossos esforços para controlar ou modificar alguém, não importa o quanto sejam nobres nossas intenções. E estamos destinados a terminar num turbilhão – frustrados, ressentidos e cheios de auto-piedade.

E o que dizer das pessoas que tentamos orientar? Por outro lado, mostramos falta de respeito por seus direitos como indivíduos, privando-as da oportunidade de aprender através de suas próprias escolhas, decisões e erros. Em resumo, nosso relacionamento com aqueles com os quais declaramos nos preocupar profundamente torna-se desarmonioso e forçado.

Permita que os outros vivam sua vida, enquanto vivemos a nossa – viva e deixe viver.

Autor desconhecido

Simbologia:

Procusto representa a intolerância do homem em relação ao seu semelhante. O mito já foi usado como metáfora para criticar tentativas de imposição de um padrão em várias áreas do conhecimento, como na sociedade, na economia, na política, na educação, na história, na ciência e na administração.

Amor na cabeça

Do ponto de vista da neurociência, o amor é uma invasão de dopamina que ativa os centros de recompensa do cérebro e produz prazer. O mecanismo é semelhante ao das drogas, mas não é o mesmo. Segundo Antonio Damasio, cada emoção tem uma combinação do que ele chama de “marcadores somáticos”, quando a mesma combinação se repete voce tem o mesmo sentimento. No amor a combinação é ativada ao encontrar, ver a imagem ou mesmo, lembrar da pessoa amada.

As regiões do cérebro ativadas são a ínsula e o núcleo acumbente, mas ao mesmo tempo regiões do lobo frontal (associadas ao raciocínio) são desativadas, o que significa perda de controle. Isso explica o fato de que apaixonados desprezam contingências sociais e muitas vezes fazem loucuras.

Para saber mais leia o livro “Sobre neurônios, cérebros e pessoas” de Roberto Lent, Editora Atheneu.

O Homem em Crise de Meia Idade

Matéria Prima Saúde e Educação promove a palestra
O HOMEM EM CRISE DE MEIA
IDADE
DIA 28/05/2011 – ÀS 9HS

Investimento R$40,00
Preços especiais para grupos, consulte-nos
Inscrições por e-mail ou telefone
Matéria Prima Saúde e Educação
Rua Bartolomeu de Gusmão, 404 – Vila Mariana
São Paulo – SP
Tel.: (11) 5572-7409
e-mail: matprima@hotmail.com
http://www.matprima.wordpress.com/

Esta palestra visa revelar aspectos ainda pouco entendidos sobre aquele que é descrito por
terapeutas como o mais desestruturante processo afetivo experimentado por um homem e
responsável pela desestabilização de muitos relacionamentos.
Conhecida como “idade do lobo”, a crise é analisada sob várias correntes de pensamento que
vão da psicanálise ao existencialismo, passando pela psicologia junguiana, promovendo um
mergulho na psique masculina nesta fase, tão pouco compreendida pelas mulheres.

Apresentado por Fernando Savaglia
Jornalista (MTB – 46219) e
Psicanalista. Colaborador de sites e
inúmeras publicações dedicadas
ao universo Psi e ao estudo das
relações humanas, dentre elas,
Psique e Sociologia. Docente
convidado da Sociedade Paulista
de Estudos e Aprofundamentos em
Psicanálise.

Ansiedade na Infância

Os transtornos de ansiedade na infância são comuns e podem criar um
impacto significativo na rotina, no desenvolvimento, nas relações e no
processo de aprendizagem. Muitos destes transtornos são persistentes, ou
seja, se não forem tratados tendem a aumentar a probabilidade de
problemas na vida adulta.Algumas pesquisas mostram que a presença de preocupações em crianças é mais comum do que pensamos, referem-se ao desempenho escolar, morte, saúde e às relações sociais
É importante ressaltar que a ansiedade é uma resposta de autoproteção gerada por medo e/ou preocupação que varia de acordo com a idade e a realidade da criança.Segundo Paul Stallard “aproximadamente uma em cada dez crianças e jovens preencherá os critérios diagnósticos para transtorno de ansiedade durante a infância”. É uma estatística preocupante, principalmente se pensarmos que quadros de ansiedades
frequentemente podem vir associados à depressão.

Vários fatores contribuem para o desenvolvimento de quadros ansiosos na infância e
adolescência, entre eles estão as influências genéticas, o temperamento (principalmente inibição), as influências ambientais e fatores cognitivos. Nesse tipo de transtorno é a percepção de uma ameaça que
gera a ansiedade e as crianças ansiosas tendem a perceber e interpretar seletivamente sinais de ameaça em situações nem sempre ameaçadoras.

TAC – Transtorno de ansiedade de separação
Mais comum em bebês e crianças em idade pré-escolar, constitui o medo da
separação real ou ameaça de separação das pessoas com quem estabeleceu
vínculos, especialmente a mãe. A TAC geralmente vem acompanhada da
preocupação de que algo vai acontecer com aos pais. A criança pode
apresentar relutância em ir à escola, dormir sozinha e ainda desenvolver
sintomas somáticos como vômitos, dores de cabeça, náuseas, etc. Também
são comuns choro, ataques de raiva, tristeza, apatia, entre outros.

Transtorno de ansiedade fóbico
As fobias se diferenciam dos medos normais pois persistem mais tempo, são
mal adaptativos e não há especificidade de idade. As fobias são
específicas a objetos, lugares ou situações. A reação é intensa e
extrema e pode provocar imobilidade, choro, ataques de raiva e angústia
intensa.

Fobia Social

Geralmente aparece na adolescência e sua principal característica é o medo excessivo da avaliação de seu desempenho junto ao grupo e em situações sociais. Em reação ao sentimento de humilhação e vergonha, a criança esquiva-se de tais situações.

As crianças com fobia social relatam sofrimento moderado em situações como ler em sala de aula, apresentar-se em eventos esportivos e artísticos, falar com adultos, iniciar uma conversa, etc.

Ataques de pânico
São imprevisíveis e acontecem em situações aonde não existe um perigo
objetivo. É caracterizado por medo intenso que pode ser: insperado (não
existe um fator desencadeante particular), vinculado a situações
(ocorrem por antecipação) e predisposto por situações (específicos).

TAG – Transtorno de Ansiedade Generalizada
Mais difícil de ser diagnosticada pois pode ser confundida com outros transtornos afetivos. A TAG
caracteriza-se pela preocupação excessiva, intensa e persistente
envolvendo vários eventos passados e futuros como desempenho, realização
de tarefas, controle de tempo, catástrofes, etc. A criança pode
apresentar inquietação motora, nervosismo, tremores, sudorese,
taquicardia, tontura, entre outros. Dores de cabeça, de estômago
recorrentes, distúrbios do sono, tensão muscular, irritabilidade,
dificuldade de concentração, fadiga também são sinais de TAG.

Esse diagnóstico só pode ser feito por um profissional especializado, através de uma avaliação minuciosa.
Medo e ansiedade todos nós temos, mas devemos avaliar quando estes sintomas
fogem da normalidade e exigem um cuidado mais específico. Na suspeita ou
na dúvida, procure um profissional.

por Sabrina Martinelli

Estresse infantil

Antes de falar sobre o estresse infantil é importante definir o que chamamos
de estresse. Esse termo caiu na popularidade, e hoje quando estamos
cansados, nervosos ou esgotados logo dizemos que é estresse.Mas é muito mais do que isso.

Sintomas como inapetência, irritação, queda no rendimento escolar, ansiedade,
agressividade, isolamento, entre outros indicam um quadro de estresse
infantil. Vários fatores podem contribuir para o seu aparecimento, como
por exemplo: brigas na família, dificuldade de adaptação na escola,
mudanças repentinas de rotina, excesso de cobranças e competitividade,
intolerância à frustração, excesso de atividades extracurriculares, etc.

Mas afinal, o que é estresse infantil?

O estresse é uma reação emocional diante de situações difíceis ou
extremamente excitantes, provocando desequilíbrio físico e emocional.
Pode ser desencadeado por fatores internos (personalidade, pensamentos,
atitude) ou fatores externos (família, escola, rotina).

É possível prevenir o estresse infantil?

Sim, com certeza. Mas antes de tudo vale a máxima “filho de peixe, peixinho
é”. Pais estressados tendem a ter filhos estressados, a atitude dos pais
diante dos problemas ensina aos filhos como enfrentá-los. Tenha
consciência de que você é o maior exemplo que o seu filho tem, e dá a
ele o exato padrão de comportamento que tenderá a repetir.

Não sobrecarregue a criança com atividades. Ajude-a a escolher as que mais
lhe agradam e fique atento para que o espaço do descanso, da brincadeira
e do estudo sejam preservados.

A individualidade deve ser respeitada. Cada criança tem seu próprio
rítmo, não compare seu filhos com os irmãos ou com o filho do vizinho.
Tenha paciência e priorize sempre a qualidade não a quantidade.

O diálogo é sempre o melhor caminho. Converse, escute a criança e
compreenda suas dúvidas, medos e conflitos. Não banalize seus
sentimentos ou seu sofrimento. Lembre-se de que este é o universo dela.

Evite a superproteção. Desenvolver a independência e autonomia é fundamental
para que a criança aprenda que pode enfrentar e resolver seus problemas.
Crianças demasiadamente poupadas não são preparadas para enfrentar o
mundo.

Lembre-se: crianças não são adultos em miniatura. Não transfira para os filhos
responsabilidades que não são deles. Questões conjugais devem ser
resolvidas sem o envolvimento das crianças.

E, por fim, não vincule o afeto ao desempenho da criança. Muita cautela ao
estabelecer trocas na base da punição ou recompensa, voce pode estar
mostrando ao seu filho que o valor está no que ele faz e não em quem ele
é.

Na dúvida procure um profissional especializado.

Educar é uma grande aventura e, como em toda aventura, devemos ficar atentos aos nossos passos e aos caminhos que escolhemos.

por Sabrina Martinelli